“Carne” de caju: é questão de tempo

8 Junho, 2019 10:330 comentários

Foto: Agência Sebrae

Experts internacionais da área de alimentos acreditam que o consumo da amêndoa de castanha de caju (ACC) como substituto da carne e dos produtos lácteos no países desenvolvidos mudará o mercado da castanha de caju. 

Com a crescente tendência das pessoas em reduzirem a ingestão de carne e laticínios, estas são as três principais conseqüências para este mercado:

Primeiro, a demanda por ACC crescerá mais rapidamente. Se as empresas de tecnologia de alimentos forem bem-sucedidas, pode muito bem ser possível que o mercado de “carne” vegana se torne mais importante do que o mercado de lanches à base de carnes tradicionais.

Em segundo lugar, a entrada de novos compradores de ACC diluirá o poder de mercado das tradicionais empresas de lanches. Haverá mais compradores, atendendo a diferentes necessidades e comprando em diferentes épocas do ano. Em consequência, menos volatilidade de preços.

Terceiro, a demanda por ACC rastreáveis, sustentáveis ​​e processados ​​localmente aumentará.

No caso da África, os processadores africanos que buscam aproveitar a oportunidade do mercado de carne e substitutos lácteos terão que se concentrar na rastreabilidade, nas ligações fazenda-fábrica, na segurança alimentar e na certificação orgânica.

Super válido para o Brasil. É questão de (pouco) tempo.E nem falamos (ainda) da “carne” de caju.

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