• Padre Leonardo Sales

Padre responde a comentarista anônimo

22 Junho, 2016 9:562 comments

13241146_999242160152311_8219978187088987203_nDurante uma limpeza na caixa postal de e-mails do site FB, localizamos vários textos do Padre Leonardo de Sales que haviam sido publicados antes da migração do site para o novo provedor, ocasião em que perdemos muito material. Decidimos então republicar os textos do religioso, porém um comentário recente postado em uma das crônicas com título “A Batalha que eu quero” por uma comentarista identificado apenas pelo codinome “Júnior” chamou atenção do autor do texto, que resolveu responder às questões levantadas pelo leitor que não quis se identificar.

Leitor questiona:

Blá, blá e blá. Vota em Melo e quer que melhore as coisas. Falou da banda de música? Falou do asfalto?

Padre ande mais em Batalha para ter subsídio para escrever sobre a nossa realidade. Hoje vivemos numa Batalha bem melhor do que há quatro anos. Paixão política é coisa que não passa. Faça melhor do que criticar, mostre a solução já que se julga tão capaz e entendedor da realidade.

Padre Leonardo responde:

Jr. se é que realmente teu nome é este, pois se preferes o anonimato é porque tu não tens nenhum compromisso nem com a verdade, nem contigo mesmo, pois negar seu próprio nome num comentário dentro de um sistema democrático e de livre pensamento é imbecialidade, logo tirem as conclusões, os leitores de quem se trata.

Tu nem mesmo leu o texto completo, pois é um texto de 27 de junho de 2012, portanto, não existia nem asfalto, nem a polêmica questão da Banda de música. Ademais, meu caro, o Asfalto, de péssima qualidade, não é fruto de recursos da gestão municipal, procura te informar melhor, ele seria posto em qualquer administração. E quanto a Banda, é estranho que só em ano eleitoral, tenha a atenção que deveria ter durante toda a gestão, ou isto não conta para uma “Batalha bem melhor do que há quatro anos”, como tu mesmo defendes no teu comentário? E ao fazer não estar a gestão mais que cumprindo a sua obrigação, pois não foi posta lá por voto popular, para fazer menos que isto, o que não se verifica.

Depois gostaria que tu soubesses que já não voto em Batalha há anos, até gostaria, mas meu trabalho não permite a cada eleição retornar para votar ai, e depois até acho bom, pois a oferta de candidatos a cada ano de eleição municipal para o executivo e legislativo provoca náuseas em muita gente.

Portanto, não tenho compromisso nem com Melos, nem com Lages, como tu afirmas, que voto na família Melo, tenho amigos entre eles, mas creio que sabem o que penso sobre as oligarquias, senão  é fácil saber, basta ler meu pensamento. Separo amigos de partidarismos.

Meu compromisso é com a Verdade e com a sã Política, o bem comum, coisa que ainda nossos políticos com raras exceções não sabem o que significa.

De fato tenho paixão por Política, com “P” maiúsculo, que é paixão pelo bem do povo e não de uma fatia de grupos que como tu participas dos benefícios e a maioria fica chupando os dedos por quatro anos. Agora por partidarismos não, nem sou filiado a nenhum partido, mesmo que tenha tal direito como cidadão.

Minhas criticas são sempre construtivas e soluções já apresentei varias em diversos textos que aqui escrevi, não me julgo dono da verdade, mas não me alio às mentiras e interesses individualista, a custa do suor de gente simples, honesta e trabalhadora, como é nosso povo batalhense.

Não é o que vi e ouvi das pessoas que a cidade está melhor do que a quatro anos atrás, talvez para você e sua família esteja, a mim interessa o que constato sempre, acho ridículo comparar o ruim com o pior, mas talvez tu vives numa outra cidade, ou seduzido pela tua paixonite política, não enxergas a realidade, é e tão fácil perceber, basta querer, o bom será quando podemos dizer que nossos familiares vivem bem com políticas públicas para todos, o que ainda é um sonhos.

Peço a gentileza de quando comentar um texto meu, assine seu nome verdadeiro, assim como eu faço, pois do contrário não terás a resposta que almeja, e não vou criar polêmicas com analfabetos políticos, imbecis e covardes.

Voltare, filósofo da revolução francesa afirmou certa vez: “Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lá.” Mas, convenhamos, saibamos o que dizer e como dizer, seu comentário nem mesmo considerou a data em que foi escrito o texto, o que afirma que queres polemizar. E ao bom polemizador, a honestidade de sua identidade é fundamental, o que não se verifica em seu comentário.

Sem que haja mais nada que possa, dizê-lo, calarme-ei, seguindo o conselho do grande poeta da nossa Língua Fernando Pessoa “Não, não digas nada”. Como ensinou Jesus no seu Evangelho a não lançar pérolas aos porcos!

Seja abençoado! (Jr?)

Pe Leonardo de Sales.

 

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